Atualizando diálogos: Meditação, porque não?





A Meditação deixou de ser uma técnica ou prática religiosa, ou uma atração exótica do Oriente, para se tornar um recurso terapêutico usado e indicado em amplo espectro, inclusive pela própria Medicina ocidental enquanto Terapia Integrativa e Complementar. Amplamente pesquisada por renomados centros de pesquisa no Brasil e no exterior, o resultado destas pesquisas vem respaldando a prática da Meditação como prática terapêutica. Exemplo disto foram os estudos desenvolvidos pela Universidade da Califórnia (e publicado na revista NeuroImage) que observou, ao término de sua pesquisa, que os participantes possuíam algumas estruturas cerebrais maiores, como por exemplo: hipocampo, tálamo (envolvidas no processamento das emoções) e córtex orbitofrontal (envolvido no raciocínio); em detrimento dos demais participantes não realizavam a técnica. Ou seja, a habilidade de cultivar emoções positivas é um dos primeiros resultados sentido com a prática.
É preciso ficar claro que a prática da Meditação não é o mesmo que relaxamento, isto é um equívoco. Existem inúmeras técnicas e formas de se praticar a Meditação, uma delas é sentar-se e respirar, outra é caminhar, pouco importa o método; o importante é fazer com que a barrenta água de nossa mente, fruto da torrente de pensamentos, torne-se limpa e transparente. Meditar também não implica em tornar-se melhor, uma pessoa mais paciente, por exemplo, também não implica em luta. Meditar é não fugir, é apenas FICAR!
Em termos científicos, comprovadamente, podemos elencar os seguintes benefícios da prática da Meditação:

- altos níveis de concentração;
- eficaz no tratamento da depressão a longo prazo;
- reduz significativamente os níveis de stress e ansiedade;
- eficaz como recurso no tratamento da hiperatividade e déficit de atenção
- combate insônia;
- indicada como tratamento para mulheres com transtornos de bulimia;
- 20 minutos de prática a cada 3 dias reduz a dor em músculos, tendões e articulações;
controle de pressão alta;
- pessoas com problemas coronários que praticam meditação reduzem em 47% as chances de morrer de infarto;
- fortalecimento do sistema imunológico pela redução do stress através do fortalecimento e produção de células de defesas, como CD-4;
- reduz os efeitos colaterais da quimioterapia, como as náuseas; e reduz a dor provocada pela doença.

Se você, ao ler este post, conhece alguém com um dos sintomas acima, pergunte a ele: "ei, você já pensou em praticar meditação?"





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